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Foto: https://www.uv.mx/universo-hemeroteca/568/cultura/cultura_01.html
JAIME MORENO VILLARREAL
( MÉXICO )
Nasce una Cidade do México, em 29 de julho de 1956. Poeta, ensaista, narrador e tradutor literario.
Graduou-se em Ciências da Comunicação na UAM e em Língua e Literaturas Hispânicas na UNAM.
Cursou uma pós-graduação em Análisis do Discurso.
Foi professor universitario; editor de La Gaceta del Fondo de Cultura Económica (1987); editor de Biblioteca de México (1990-2000) e de M Museos de México y del Mundo (2004). Diretor da revista Paréntesis (2002). Colaborador de Cartapacios, Casa del Tiempo, El Telar, La Cultura en México, Letras Libres, Nexos, Revista de la Universidad de México e Vuelta.
Estudante do Centro Internacional de Tradutores Literarios de Arles, França (1988); do Ministério de Cultura e Comunicação do Governo da França (1989); do fonca (1992); e do Hawthornden Castle Retreat for Writers, Escócia (1995). Membro do SNCA desde 1993. Prêmio Punto de Partida da UNAM 1976. Prêmio Nacional de Antropología Vicente T. Mendoza, à pesquisa sobre folclore, 1987.
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BESTIARIO INMEDIATO – muestra de poesia mexicana contemporânea. Prólogo y compilación César Arístides. Ciudad de México: Ediciones Coyoacán, 2000. 129 p. +7 hojas. 13x21 cm. ISBN 970-633-171-9
N. 06 235 Exemplar da biblioteca de Antonio Miranda
TEXTO EN ESPAÑOL
PIEDRAS AL TLACUACHE
Ahora te vi ya no te veo pero pasaste
Vivo o cercano a una forma
Como todo lo feo ama y no olvida
Siempre a la hora del Angelus cuando los perros
Rechazan distinguir un dos tres tomos de lo oscuro
Con un ladrido que sorbiera sombra
En tanto tú eres el señor muro del fondo
La poca cosa que repinta una rata de crepúsculo}
Tlacuache bien tullido derrotado de calle
No tienes un aullar que redondee al tonto de tu
especie
A sabiendas de que hay cosas mejores
Buscas un llano encima de las casas
Oh gran equivocado como puro desperdicio
Tu fauna entrena una caverna a rastras
Crías de pecho madrigueras los tumultos de
basura
Por donde vayas nada te hará falta
Modernizado
Vas dejando un proverbio que tiene cola
Ocupar la línea divisoria
Una estación que vaya más allá de tu posguerra
Y justifique este pedrusco
Un poema inseguros escalones
Mas la duda no alcanza
La piedra no balanza
Qué esperanza
TEXTO EM PORTUGUÊS
PEDRAS AO GAMBÁ
Agora eu te vi, agora não te vejo, mas você passou por
aqui
Vivo o próximo ou quase em forma
Como tudo que é feio, ama e não esquece
Sempre na hora do Angelus, quando os cães
Recusam-se a distinguir um, dois, três volumes de
escuridão
Com um latido que suga a sombra
Enquanto você é o senhor muro lá atrás
A pequena coisa que repinta um rato crepuscular
Gambá, bem aleijado, derrotado pela rua
Você não tem um uivo que complete a tolice da sua espécie
Sabendo que existem coisas melhores
Você busca uma planície acima das casas
Ó grande equivocado, como puro desperdício
Tua fauna treina uma caverna em suas costas
Filhotes amamentados, tocas, os tumultos do
lixo
Onde quer que você vá, nada lhe faltará
Modernizado
Você deixa para trás um provérbio que tem uma cauda
Para ocupar a linha divisória
Uma estação que vai além teu pós-guerra
E justifica este seixo
Um poema inseguro passos
Mas a dúvida falha
A pedra não alcança
Que esperança
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Página publicada em fevereiro de 2026.
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